O caboquim cordô cêdo, ispriguíçô, lavô as mão na gamela, limpô uzói, sinxugô, tomô café, pegô a inxada, sivirô pra muié i falô:
- Muiééé, tô inoprotrabaio.
Quano q'êle saiu da casa, ao invêiz dií prá roça, ele subiu num pé di manga i ficô iscundidim.
De repente pareceu um negão, qui foi inté upé di manga i nem si percebeu q'o caboquim tava lá inrriba.
Pegô u'a manga... chupô... pegôta, i mais ôta...
I a muié du caboquim chegô na janela e gritô:
- Póvim, ele já foi!
I o negão largô as manga i sinfurnô dendacasa du caboquim.
O caboquim, danado de ráiva, desceu da árvre, pegô um facão e intrô na casa.
Quandele abriu a porta ele viu o negão chupano as teta da muié! Intonsi levantô u facão i falô:
- Vai morrêêêêê negão!!!
E num é cunegão puxô um 38 da cintura, i pontô pro caboquim falano:
- Por que eu vou morrer?
E o cabuquim:
- Uai cê chupô trêis manga e agora tá mamando leite. Assim tu vai morrê! Manga cum leite faiz mar, uai!!!
domingo, 14 de fevereiro de 2010
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